A história do homem é repleta de uma trajetória sangrenta que se reproduz de maneira cíclica por toda a sociedade. A partir da década de 90, o jovem é blindado com o ECA, sendo estabelecido os direitos e garantias (individuais e coletivas), que lhe foram subtraídos durante décadas. As pesquisas recentes apontam o jovem como infrator e vítima de um processo social, decorrente da maior incidência do ingresso do jovem no narcotráfico. Como infrator, defendo a tese de responsabilidade penal para o jovem que praticar atos bárbaros contra a pessoa a partir dos dezesseis anos de idade.